{"id":647,"date":"2020-07-10T17:07:20","date_gmt":"2020-07-10T20:07:20","guid":{"rendered":"http:\/\/mixtemper.com.br\/?page_id=647"},"modified":"2020-08-03T20:13:03","modified_gmt":"2020-08-03T23:13:03","slug":"ervas-e-especiarias","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/mixtemper.com.br\/?page_id=647","title":{"rendered":"Saiba mais sobre Ervas e Especiarias"},"content":{"rendered":"\n<p>Vamos nos dedicar um pouco a cada uma das ervas e especiarias usadas nos temperos completos Mixtemper e tamb\u00e9m vendidas individualmente. Al\u00e9m do nome mais comumente conhecido no Brasil, acrescentamos os correspondentes nomes em latim, ingl\u00eas e franc\u00eas, o que \u00e9 bastante \u00fatil para consultas em outras fontes e evita algumas confus\u00f5es que geralmente ocorrem com os nomes em portugu\u00eas.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Nomes<\/strong><\/td><td><strong>Caracter\u00edsticas e Curiosidades<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>ALCAR\u00c1VIA<\/strong><em>Carum carvi<\/em>CarawayCarvi<\/td><td>Tem sido usado como tempero h\u00e1 cerca de 5000 anos; h\u00e1 evid\u00eancias de seu uso culin\u00e1rio na Idade da Pedra. Suas sementes s\u00e3o bastante semelhantes \u00e0s do cominho, fazendo parte da mesma fam\u00edlia (junto com o aneto, o coentro e o aipo). S\u00e3o muito utilizadas nas cozinhas no norte e do leste europeu. Entram na composi\u00e7\u00e3o do licor alem\u00e3o K\u00fcmmel, nome pelo qual tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidas. Ressaltam o sabor de vegetais, sendo usadas especialmente para batatas, repolho, cenoura e cogumelos, e para carnes gordurosas (porco, pato etc.). Tamb\u00e9m muito usadas em p\u00e3es e bolos.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td><strong>ANETO<\/strong><em>Anethum graveolens<\/em>DillAneth<\/td><td>Nativa do Mediterr\u00e2neo e noroeste da \u00c1sia, suas sementes s\u00e3o conhecidas como&nbsp;<strong>endro<\/strong>. Para os romanos antigos, era um s\u00edmbolo de vitalidade; para os gregos, rem\u00e9dio; na Idade M\u00e9dia, prote\u00e7\u00e3o contra bruxaria (apesar de ser um ingrediente b\u00e1sico em muitas po\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas). As folhas e as sementes possuem sabores distintos e bastante refinados, sendo ambos presen\u00e7a obrigat\u00f3ria em pratos escandinavos, e tamb\u00e9m na cozinha alem\u00e3 e da Europa Oriental. As sementes ficam bem com arroz, carnes e vegetais cozidos, e p\u00e3es.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>CANELA-DA-\u00cdNDIA<\/strong><em>Cinnamomum zeylanicum<\/em>CinnamonCannelle<\/td><td>Extra\u00eddo da casca de uma pequena \u00e1rvore nativa do Sri Lanka, hoje cresce na maioria das regi\u00f5es tropicais. H\u00e1 4500 anos motivava o com\u00e9rcio entre os babil\u00f4nios e os indianos. \u00c9 mencionada diversas vezes na B\u00edblia e em manuscritos s\u00e2nscritos. H\u00e1 muita confus\u00e3o entre canela e c\u00e1ssia (<em>Cinnamomum cassia<\/em>, nativa da Birm\u00e2nia), sendo que a maior parte da canela vendida no Brasil (e tamb\u00e9m nos Estados Unidos e em outros pa\u00edses) \u00e9 na verdade c\u00e1ssia, que \u00e9 mais barata e muito semelhante. A verdadeira canela, quando encontrada, \u00e9 normalmente identificada no Brasil como canela-da-\u00edndia. Apesar de seu uso em pratos salgados ser bastante limitado no ocidente, a cozinha asi\u00e1tica tira bastante proveito dos contrastes deliciosos que proporciona em pratos salgados. Al\u00e9m dos bolos, pudins, biscoitos e p\u00e3es que usualmente tempera, fica muito bem &#8211; se usado de forma adequada &#8211; com vegetais, cozidos de carnes e em curries. Fica muito bem em bebidas, como caf\u00e9, ch\u00e1s e chocolates.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>CRAVO-DA-\u00cdNDIA<\/strong><em>Eugenia aromatica<\/em>ClovesClous de girofle<\/td><td>Seu nome deriva do latim clavus, que significa &#8220;prego&#8221;, como realmente se parecem esses brotos, colhidos ainda fechados e secos ao sol, das flores de uma \u00e1rvore origin\u00e1ria das Ilhas Molucas (tamb\u00e9m conhecidas como &#8220;ilhas das especiarias&#8221;), na Indon\u00e9sia. Verdadeiras guerras foram travadas em busca do monop\u00f3lio de sua produ\u00e7\u00e3o, obtido pelos holandeses ao expulsar os portugueses daquelas ilhas, e posteriormente abalado pelos franceses, que conseguiram contrabandear sementes para as Ilhas Maur\u00edcio (as \u00e1rvores florescem apenas em clima tropical mar\u00edtimo). Com aroma bastante incomum, \u00e9 excelente em pratos com presunto ou bacon, e sobretudo em longos cozimentos, adicionando profundidade ao sabor de carnes vermelhas. Podem ser adicionados ao bouquet garni ou &#8220;pregados&#8221; em cebolas inteiras, nos cozidos. Tem a propriedade de fundir sabores. \u00c9 extremamente forte, e um pequeno excesso pode dominar o prato e deix\u00e1-lo com um sabor quente e amargo.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>C\u00daRCUMA (A\u00c7AFR\u00c3O-DA-\u00cdNDIA)<\/strong><em>Curcuma longa<\/em>TurmericSafran des Indes<\/td><td>O nome a\u00e7afr\u00e3o designa, oficialmente, uma planta completamente diferente daquela que conhecemos pelo nome de a\u00e7afr\u00e3o: a&nbsp;<em>Crocus sativus<\/em>, uma flor asi\u00e1tica da qual se extrai o estigma para produzir o tempero de longe o mais caro do mundo (s\u00e3o necess\u00e1rias centenas de milhares de flores, colhidas \u00e0 m\u00e3o, para se extrair um quilo de a\u00e7afr\u00e3o). Na pr\u00e1tica, o nome a\u00e7afr\u00e3o \u00e9 usado para se referir \u00e0 c\u00farcuma, um rizoma subterr\u00e2neo da fam\u00edlia do gengibre, que tem em comum com o a\u00e7afr\u00e3o apenas a sua forte cor amarelo-alaranjada (que faz com que seja bastante usado, quando em p\u00f3, para adulterar o verdadeiro a\u00e7afr\u00e3o, apesar do aroma e sabor serem completamente distintos). A c\u00farcuma adiciona um aroma quente e suave aos alimentos, al\u00e9m de sua cor amarela. Essencial em curries e em muitos pratos orientais, a c\u00farcuma fica muito bem com arroz, feij\u00f5es, aves, peixes e vegetais diversos. Uma pequena quantidade \u00e9 suficiente para provocar uma mudan\u00e7a na colora\u00e7\u00e3o do prato.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>ERVA-DOCE<\/strong><em>Foeniculum vulgare<\/em>FennelFenouil<\/td><td>Cresce selvagem nas margens do Mediterr\u00e2neo. Tem sido usado com tempero e vegetal por milhares de anos. Popular entre os gregos e romanos, era tamb\u00e9m conhecida na China, \u00cdndia e Egito. Durante a Idade M\u00e9dia, seu ch\u00e1 era usado para curar todos os tipos de coen\u00e7as. Cont\u00e9m o mesmo \u00f3leo essencial do aniz, da\u00ed sua fragr\u00e2ncia adocicada (apesar de mais suave). Tanto as folhas como as sementes s\u00e3o usadas na cozinha. \u00c9 na Europa a erva por excel\u00eancia para o preparo de peixes. As sementes s\u00e3o usadas em aves, verduras, tomates, e tamb\u00e9m ma\u00e7\u00e3s, p\u00e3es e biscoitos. \u00c9 ingrediente essencial em diversos licores famosos (Sambuca, Chartreuse e outros).<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>GENGIBRE<\/strong><em>Zengiber officinale<\/em>GingerGingembre<\/td><td>Rizoma arom\u00e1tica origin\u00e1rio do sul asi\u00e1tico e de ilhas do Pac\u00edfico, j\u00e1 era cultivado na \u00c1sia e na Europa h\u00e1 3000 anos, e seu cultivo foi espalhado pelo mundo pelos portugueses e espanh\u00f3is (que controlava seu com\u00e9rcio no s\u00e9culo XVI). Com sabor limpo, fresco e picante, \u00e9 usado em pratos doces e salgados &#8211; apesar do seu potencial ser explorado em toda sua plenitude apenas na cozinha asi\u00e1tica, onde talvez seja de todos os temperos o mais importante. Pode ser usado fresco ou seco em p\u00f3 (e tamb\u00e9m em conservas, xaropes ou cristalizado), mas essas formas n\u00e3o s\u00e3o intercambi\u00e1veis na cozinha: o sabor e aroma s\u00e3o totalmente distintos. O gengibre fresco destaca o sabor de pratos menos apetitosos, corta a oleosidade e amacia carnes gordurosas, d\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o de frescor em frutos do mar, al\u00e9m de ficar bem em vegetais, aves e peixes. O gengibre em p\u00f3 fica melhor em pratos doces como p\u00e3es, biscoitos pudins, frutas cozidas ou assadas e algumas bebidas.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>LOURO<\/strong><em>Laurus nobilis<\/em>BayLaurier<\/td><td>\u00c9 a folha arom\u00e1tica de uma pequena \u00e1rvore cultivada desde a antig\u00fcidade nos pa\u00edses mediterr\u00e2neos. Nas antigas Gr\u00e9cia e Roma, formavam as coroas usadas pelos vencedores de batalhas ou disputas esportivas, assim como os poetas (de onde se originou o termo &#8220;laureado&#8221;). Na cozinha, o louro \u00e9 indispens\u00e1vel Seu sabor suavemente amargo o torna delicioso acompanhando praticamente qualquer prato: desde carnes, peixes e massas at\u00e9 pratos doces (como pudins e sobremesas \u00e0 base de leite). Seu \u00f3leo essencial \u00e9 liberado lentamente, de forma que \u00e9 mais adequado a cozimentos longos. \u00c9 o principal ingrediente do bouquet garni, um buqu\u00ea de ervas (geralmente contendo tomilho e salsa, \u00e0s vezes tamb\u00e9m manjerona, aipo e at\u00e9 cravo) colocado no in\u00edcio do cozimento e retirado ao final.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>MACIS<\/strong><em>Myristica fragrans<\/em>MaceMacis<\/td><td>Macis \u00e9 a membrana laranja-avermelhada que cobre a casca da noz-moscada, dentro do fruto da \u00e1rvore que \u00e9 origin\u00e1ria das Ilhas Molucas, na Indon\u00e9sia. Muito usada na \u00cdndia, foi introduzida no ocidente pelos \u00e1rabes, logo se tornando &#8211; junto com a noz-moscada &#8211; uma das especiarias mais caras e procuradas. Seu sabor \u00e9 semelhante ao da noz-moscada (lembrando uma mistura de pimenta-do-reino com canela), por\u00e9m mais sutil e arom\u00e1tico; por ser levemente adstringente, se sai melhor em pratos salgados. \u00c9 bastante vers\u00e1til na cozinha, servindo a pratos doces e salgados: desde biscoitos, tortas, pudins e bolos, at\u00e9 carnes e aves. Salienta o adocicado existente nos vegetais, adiciona um sabor amanteigado e funde sabores. Ao contr\u00e1rio da noz-moscada, conserva seu sabor por bastante tempo mesmo em p\u00f3.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>MANJERONA e OR\u00c9GANO<\/strong><em>Origanum majorana \/ vulgare<\/em>Marjoram \/ OreganoMarjolaine \/ Origan<\/td><td>Variedades da mesma planta, o or\u00e9gano \u00e9 uma esp\u00e9cie mais selvagem da manjerona, de aroma mais potente e caracter\u00edstico. A manjerona possui aroma mais delicado e refinado, e, em algumas variedades, at\u00e9 adocicado. Similares tamb\u00e9m na apar\u00eancia, ambos s\u00e3o nativos das regi\u00f5es mediterr\u00e2neas, onde s\u00e3o indispens\u00e1veis na cozinha. O or\u00e9gano \u00e9 mais forte no solo quente e seco do mediterr\u00e2neo, especialmente na Gr\u00e9cia, onde existem diversas variedades selvagens (seu nome em grego significa &#8220;alegria das montanhas&#8221;). \u00c9 a t\u00edpica erva para pizzas, e possui maior penetra\u00e7\u00e3o na cozinha brasileira e mexicana. A manjerona \u00e9 mais utilizada na cozinha francesa e na de pa\u00edses mais frios, onde pode ser cultivada. S\u00e3o ambas excelentes em molhos de tomates e para saladas, carnes, aves, peixes, massas e feij\u00f5es, sendo que o or\u00e9gano resiste melhor a cozimentos mais longos, e conserva melhor o seu sabor quando seco.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>S\u00c1LVIA<\/strong><em>Salvia officinalis<\/em>SageSauge<\/td><td>Nativa da costa norte do mediterr\u00e2neo, foi usada durante muito tempo exclusivamente como erva medicinal, antes de se tornar mais importante por suas qualidades na cozinha (o que ocorreu somente no s\u00e9culo passado). Um conhecido ditado europeu dizia que &#8220;quem tem s\u00e1lvia no seu jardim n\u00e3o precisa de m\u00e9dico&#8221;, gra\u00e7as \u00e0s suas propriedades revitalizantes para a mente e o corpo. A s\u00e1lvia \u00e9 um tempero potente: uma folha \u00e9 tudo o que voc\u00ea precisa, um pouco mais e seu sabor pungente poder\u00e1 dominar o prato. Muito usada na cozinha italiana, sobretudo para gr\u00e3os, peixes, aves e carnes gordas (cuja digest\u00e3o facilita bastante). \u00c9 bastante usado em ch\u00e1s (onde suas propriedades medicinais s\u00e3o melhor aproveitadas) e em bebidas geladas com frutas.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>SEGURELHA<\/strong><em>Satureia montana \/ hortensis<\/em>SavorySarriette<\/td><td>H\u00e1 duas variedades, ambas originadas do Mediterr\u00e2neo: uma perene, tamb\u00e9m chamada de segurelha selvagem ou de inverno (com sabor mais forte e pungente), e uma anual, tamb\u00e9m chamada de segurelha de jardim ou de ver\u00e3o. Com sabor forte e levemente picante &#8211; que se situa entre o tomilho e a menta &#8211; seu uso \u00e9 associado aos legumes (especialmente feij\u00f5es, com quem tem uma particular afinidade, tanto pelo sabor quanto por facilitar a sua digest\u00e3o). Tamb\u00e9m adequada para carnes grelhadas, aves, peixes, molho de tomate, e tipicamente para aromatizar queijos de cabra. \u00c9 um dos ingredientes b\u00e1sicos das ervas de Provence, junto com o tomilho (com quem compartilha algumas propriedades em comum), a manjerona e o alecrim.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>TOMILHO<\/strong>Thymus vulgarisThymeThym<\/td><td>Nativa da regi\u00e3o do Mediterr\u00e2neo, onde cresce selvagem entre rachaduras nas rochas, possui mais de uma centena de variedades Raros s\u00e3o os pratos que n\u00e3o se beneficiam com seu uso, o que a torna talvez a planta arom\u00e1tica mais popular da cozinha europ\u00e9ia. Seu sabor combina bem com a maioria das outras ervas, valorizando-as sem deix\u00e1-las sobressair em demasia (tanto que \u00e9 componente essencial de duas das misturas mais importantes da culin\u00e1ria francesa: o bouquet garni e as ervas de Provence). Facilita notavelmente a digest\u00e3o de carnes gordurosas, como porco, pato e carneiro. Tamb\u00e9m usada em outras carnes e em vegetais, cozidos, assados, grelhados ou saut\u00e9s<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>ESTRAG\u00c3O<\/strong>TarragonTarragonArtemesia Dranunculus<\/td><td>O estrag\u00e3o \u00e9 uma erva diferente, pois embora n\u00e3o tem quase nenhum aroma, possui um forte sabor, sendo quente e temperado, ao mesmo tempo em que \u00e9 ligeiramente doce. Essa mistura de sensa\u00e7\u00f5es fez do estrag\u00e3o um ingrediente indispens\u00e1vel para as po\u00e7\u00f5es de amor. O estrag\u00e3o \u00e9 perfeito em saladas, refrescando legumes, milho e pepino. Combina muito bem com ovos e omeletes. Frango com estrag\u00e3o \u00e9 outra combina\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica. A carne de peixe pode ser aromatizando com estrag\u00e3o: basta utilizar a manteiga aromatizada sobre o peixe grelhado. O estrag\u00e3o \u00e9 essencial para o molho B\u00e9arnaise e complementa incrivelmente o molho t\u00e1rtaro. Juntamente com cebolinha, salsa e ceraf\u00f3lio formam as &#8220;fines herbes&#8221;, um requinte da cozinha francesa.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>MANJERIC\u00c3O<\/strong>Basilic<\/td><td>O Manjeric\u00e3o \u00e9 cultivado h\u00e1 pelo menos 2.000 anos. Para os hindus, o manjeric\u00e3o \u00e9 a mais sagrada das plantas, sendo cultivada nos templos e nas casas para protej\u00ea-los do mal. Na ilha de Creta e em algumas partes da It\u00e1lia, o manjeric\u00e3o era o s\u00edmbolo do amor lavado pelas l\u00e1grimas, enquanto em outras partes da Europa, simbolizava o amor, e ao se dar manjeric\u00e3o \u00e0 pessoa amada, o amor se tornaria eterno. O manjeric\u00e3o acompanha perfeitamente tomate e outros vegetais de ver\u00e3o. Salpicar manjeric\u00e3o sobre uma salada de tomates j\u00e1 \u00e9 suficiente para obter-se uma salada m\u00e1gica. Use &#8211; o tamb\u00e9m em molhos de tomate e sopas , ratatouille e gazpacho. Os italianos utilizam manjeric\u00e3o nas sopas de peixes, no molho pesto e nos molhos em geral. Os tailandeses usam-no em molhos picantes para suavisar o sabor da pimenta. Uma das saladas mais saborosas para os dias quentes \u00e9 a famosa Salada Caprese, consiste na simples e perfeita combina\u00e7\u00e3o de tomates frescos fatiados, muzzarela de b\u00fafala fatiada, manjeric\u00e3o ( de prefer\u00eancia o de folhas largas) e azeite.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vamos nos dedicar um pouco a cada uma das ervas e especiarias usadas nos temperos completos Mixtemper e tamb\u00e9m vendidas individualmente. 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